segunda-feira, 4 de abril de 2011

ESTUDAR O ESPIRITISMO

ESTUDAR O ESPIRITISMO




MENSAGEM DE ALERTA

"Acrescentemos que o estudo de uma doutrina, qual a Doutrina Espírita, que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande, só pode ser feito com utilidade por homens sérios, perseverantes, livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado. Não sabemos como dar esses qualificativos aos que julgam "a priori", levianamente, sem tudo ter visto; que não imprimem a seus estudos a continuidade, a regularidade e o recolhimento indispensáveis. Ainda menos saberíamos dá-los a alguns que, para não decaírem da reputação de homens de espírito, se afadigam por achar um lado burlesco nas coisas mais verdadeiras, ou tidas como tais por pessoas cujo saber, cujo caráter e convicções, lhes dão direito à consideração de quem quer que se preze de bem-educado. Abstenham-se, portanto, os que entendem não serem dignos de sua atenção os fatos. Ninguém pensa em lhes violentar a crença; concordem, pois, em respeitar a dos outros."
 
O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá. (...)".
 

Allan Kardec foi quem fez essa importante colocação em "O Livro dos Espíritos", Capítulo VIII-Introdução, o que consideramos um alerta para os que, ao se aproximarem do Espiritismo, o julgariam ou o questionariam sem o devido estudo prévio.
Na nossa vida diária como espíritas, acostumamo-nos a conversar com as pessoas que estão se aproximando do Espiritismo e sermos bombardeados por uma série de perguntas, as quais geram respostas que intrigam aqueles que as fazem. Somos da opinião de que, em qualquer crença, as respostas às seguintes questões deveriam ser dadas com muita clareza: "O que somos? De onde viemos? Para aonde iremos? O que é Deus? Devo ser bom? Por quê?..." e assim por diante.
 
Recorreremos, ainda, às palavras de Bruno Bertocco, em seu livro intitulado "Deus":
 

"O que toda criatura desapaixonada, equilibrada, sincera e honesta deve fazer, antes de julgar qualquer coisa, de fazer suas críticas a respeito, de negá-la ou aceitá-la, é, inicialmente, adquirir as respectivas informações concernentes à sua existência, aproximar-se para o devido reconhecimento da sua natureza, através da pesquisa e do estudo dos fatores relacionados à sua causa, ou dos fenômenos produzidos pelas forças originárias da parte fundamental, podendo, dessa forma, com conhecimento de causa, tirar suas conclusões, baseadas nos fatos, e formular seu veredicto com justeza, a respeito de tal coisa."
 

Muitas pessoas aproximam-se do Espiritismo pelos mais variados motivos. No entanto, poucas conseguem perseverar no estudo necessário para entendê-lo: ficam à margem, deslumbrados por alguns de seus aspectos e com grandes dúvidas sobre outros.
É por isso que o Movimento Espírita tem enfatizado, ao longo do tempo, a necessidade da implantação do estudo sistematizado da Doutrina Espírita em cada centro espírita. Lembrando o memorável Herculano Pires (1914-1979), o Espiritismo ainda continua um "desconhecido", e, a maioria, movida pela ânsia de soluções imediatistas, ainda não busca uma nova filosofia de vida, a par de uma explicação para o porquê "do ser, do destino e da dor".
O slogan "Comece pelo Começo", utilizado nas campanhas promovidas pela USE-União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, tendo como figura nos cartazes as obras da Codificação - "O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e O Inferno, e A Gênese" -, pode parecer óbvio. No entanto, constatamos que muitas pessoas que são espíritas, ou as que estão estudando o Espiritismo há algum tempo, não começaram pelo começo; muitas vezes, nem o "O Livro dos Espíritos" chegaram a ler. Ora, não há nada mais aconselhável, se quisermos de fato estudar o Espiritismo: começar pelo começo, e o começo é a Codificação.
Depois de Allan Kardek - o Codificador do Espiritismo -, podemos citar autores importantes, tais como: Léon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano, Camille Flamarion, Herculano Pires, Deolindo Amorim, Eliseu Rigonatti, Yvonne A. Pereira, Hermínio C. Miranda, Martins Peralva, Cairbar Schutel, Richard Simonetti e muitos outros, além, é claro, dos autores espirituais Emmanuel, André Luiz, Humberto de Campos, Manoel Philomeno de Miranda e vários outros.
Há muito para ler e estudar. Assim, torna-se necessária uma boa organização por parte daquele que vai estudar o Espiritismo, para não empregar o tempo de forma equivocada, seja não começando realmente pelo começo, ou mesmo lendo obras "pseudo-espíritas" ou controvertidas, sem pureza doutrinária. Portanto, que cada um possa analisar sua posição, de forma a encontrar o caminho verdadeiramente correto.
Paulo Roberto Wollmer


TEORIA E PRÁTICA

"Espíritas, Amai-vos!" - esse é o primeiro ensinamento; "Instruí-vos" - esse, o segundo.
O Espírito da Verdade
O conhecimento do Espiritismo é absorvido por cada um de nós de modo e intensidade diferentes, variando de acordo com a bagagem de inteligência e nível moral que possuimos, resultado das nossas experiências acumuladas em nossas diversas encarnações.
Não estamos aqui nos referindo à mera curiosidade sobre os fenômenos mediúnicos, tampouco sobre a "procura de soluções imediatistas" para os problemas de cada um, causas que levam muitas pessoas aos centros espíritas. Grande número de pessoas, tendo aprendido algo sobre o Espiritismo, acomodam-se nessa atitude, esquecendo que nosso aprendizado em qualquer situação da vida deve ser constante e progressivo.
Não basta, em absoluto, fazer um "intensivo" sobre Espiritismo, coletando informações aqui e acolá, lendo alguns romances espíritas, assistindo a algumas palestras, mas, sim, são necessários, pelo menos, a leitura constante e o estudo rigoroso das obras básicas, a chamada Codificação Espírita ou "Pentateuco Kardequiano".
Ouve-se constantemente que isso não é muito fácil de ser feito: trata-se de leitura difícil para alguns, falta o tempo necessário para outros, e assim por diante. Porém, os que assim pensam ficam, na maioria das vezes, embatucados com as questões mais simples sobre o Espiritismo, isso quando não se lançam a debater as questões complicadas, aquelas que requerem bom conhecimento doutrinário.
Diante de tal situação, o estudo nos centros espíritas revela-se como atividade essencial para seus freqüentadores, o que na prática tem mostrado ótimos resultados, propiciando sempre novos colaboradores mais preparados, com melhor formação doutrinária, isto é, com melhores conhecimentos sobre o Espiritismo como um todo. O próprio Codificador, depois da terceira viagem por várias cidades da França, no ano de 1862, já afirmava: "Há algum tempo, constituíram-se alguns grupos de especial caráter e cuja multiplicação entusiasticamente desejamos encorajar. São os denominados grupos de ensino."
Daí a recomendação a todos os que buscam conhecer o Espiritismo, para procurar os centros espíritas que oferecem o estudo sistematizado, o qual deverá ser, sempre, estritamente baseado nas obras de Kardec.
O aprendizado em grupos de estudo coordenados e aplicados por pessoas devidamente preparadas permitirá um intenso e frutífero intercâmbio de idéias e esclarecimento de dúvidas, alargando os horizontes do pensamento, que, passo a passo, levarão às respostas das questões mais complexas sobre a nossa existência, nossa origem e nossa destinação futura.
Dessa maneira, estaremos melhor preparados para o entendimento do Evangelho de Jesus como norma de conduta para toda a Humanidade, iniciando, assim, a nossa reforma íntima, especialmente no aspecto moral, bem como a mudança de nossos hábitos, visando sempre ao nosso aperfeiçoamento espiritual.
Adaptação de Artigo de Paulo Roberto Wollmer



DESVIOS PERIGOSOS

Certo ferroviário de extinta Companhia de Estradas de Ferro, após muitos anos de trabalho, resolveu se aposentar, cabendo a ele ensinar suas tarefas ao seu substituto. No primeiro dia de treinamento, o futuro aposentado entregou ao funcionário contratado para substituí-lo um martelo, explicando-lhe que o seu serviço consistia em bater com o mesmo nas rodas dos trens que chegassem à estação. O novo contratado perguntou por que deveria assim proceder. O ferroviário, nervoso, respondeu-lhe irado: "Ora essa: há mais de trinta anos que eu venho fazendo isso todos os dias e ainda não sei, e você, que apenas acaba de chegar, já quer saber?"
(Logicamente, a pancada na roda era para verificar, através do som produzido, se ela estava trincada).
De maneira semelhante ao ferroviário, alguns médiuns e dirigentes de centros espíritas vêm assim procedendo: adotando práticas que são perigosos desvios doutrinários. Muito embora alguns deles sejam possuidores de ilibado caráter, são desconhecedores da Doutrina Espírita e incapazes de discernir o certo do errado. Acatam cegamente as determinações dos espíritos comunicantes, sem qualquer questionamento se elas são ou não condizentes com a Doutrina dos Espíritos.
Com o desencarne, o espírito não se torna sábio, nem santo ou demônio, de uma hora para outra, como pensam alguns. Ele continua sendo o mesmo que era antes, apenas mudando de dimensão, tendo a mesma personalidade, os mesmos sentimentos, as mesmas simpatias e antipatias, os mesmos conhecimentos e as mesmas necessidades, de acordo com o seu grau de evolução. Portanto, o espírito, ao se comunicar através do médium, transmite os conceitos que possui.
Por isso, é necessário estudar, analisar e passar pelo crivo da razão toda e qualquer orientação antes de levá-la a sério, verificando se ela não conflita com a Doutrina Espírita e nem a compromete. O espírito Erasto, discípulo de Paulo, recomenda que é preferível duvidarmos de nove verdades do que acreditarmos em uma única mentira. Os Espíritos Superiores não se ofendem quando questionados; ao contrário, eles se alegram com a nossa precaução doutrinária, ao passo que os espíritos inferiores, estes sim, se ofendem e se aborrecem.
A pretexto de atualização da Doutrina, quantas obras psicografadas por espíritos, com pareceres conflitantes com a Codificação Kardequiana, estão sendo editadas, gerando confusão entre os adeptos do Espiritismo! O que é mais lamentável ainda é que algumas dessas obras são recomendadas, e até mesmo adotadas, por dirigentes espíritas menos avisados, que, por ignorância, ingenuidade, ou mesmo por envolvimento obsessivo, se deixam conduzir, comprometendo sobremaneira o Cristianismo Redivivo! São bem oportunas as palavras do espírito Emmanuel, quando afirma:
"Compreendemos, com Allan Kardec, que, na Doutrina Espírita, foi pronunciada a primeira palavra, mas, em face do caráter progressivo dos seus postulados, ninguém poderá dizer a última. Na Doutrina Espírita, não se dirá que Allan Kardec foi ultrapassado, de vez que nossos princípios avançam com o fluxo evolutivo da própria vida e, à maneira do edifício que para crescer não prescinde do alicerce, a Doutrina Espírita não fugirá das diretrizes primeiras, a fim de ampliar-se em construções mais elevadas."
Sabemos que a Doutrina codificada por Kardec é o alicerce sólido, indestrutível, feito para sustentar um número infinito de andares, mas é necessário ter o cuidado de que os andares a serem construídos sobre esse alicerce sejam da mesma qualidade, estrutura e robustez, para suportarem os que forem construídos acima, caso contrário comprometerão todo o edifício. Toda e qualquer prática fora dos preceitos doutrinários é um andar fragilizado, que, com o tempo, ruirá. Compete a nós, espíritas conscientes, a grande responsabilidade de preservar a pureza do Cristianismo Redivivo, e, de forma alguma, a pretexto de tolerância cristã, usar de condescendência para com as deturpações que invadem o Espiritismo!
Ary Lex, em seu livro "Pureza Doutrinária", alerta-nos:
"É urgente e fundamental que todos aqueles que tiveram a ventura de entender o Espiritismo lutem, dia a dia, pela manutenção da pureza doutrinária. Que não se omitam. Que não se escondam atrás de um comodismo preguiçoso, alegando que, cada qual tem o direito de adotar a prática que quiser, e que cada qual vive a religião de acordo com seu grau de evolução intelectual. Realmente, não temos o direito de apontar o dedo ameaçador à face dos profitentes de outras religiões e cultos. Eles têm o direito de ter a religião que quiserem e adotar os cultos que bem entenderem. O que não se pode permitir é que, em nome do Espiritismo, se pratiquem atos totalmente condenados pela Doutrina.
Amados, não deis crédito a qualquer espírito: antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora." (S. João, 1 Epístola, Cap. IV, v. 1)

Doutrina Espírita, O que é?

DOUTRINA ESPÍRITA OU ESPIRITISMO



O QUE É


·        É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese. 
·        É Consolador prometido, que veio, no devido tempo, recordar e complementar o que Jesus ensinou, “restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido”, trazendo, assim, à Humanidade as bases reais para sua espiritualização.




o que revela   

·        Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida. 
·        Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde  vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento. 




QUAL A SUA ABRANGÊNCIA

·        Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, a atividade e do comportamento humanos.
·        Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais  da vida, tais como: cientifica, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.




o que ensina (pontos fundamentais)

·        Deus é a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas. É eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
·        O Universo é criação de Deus, Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.
·        Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados (homens), existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.

·        No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
·        Todas as Leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
·        O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.
·        Os Espíritos são seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
·        Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem  intelectuais  e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.
·        Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
·        Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
·        Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso, intelectual e moral, depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.
·        Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina;  Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
·        As relações dos Espíritos com os homens são constantes, e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suporta-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos impelem para o mal.
·        Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.
·        A moral do cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela humanidade.
·        O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
·        A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à lei de Deus.
·        A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural, e é resultado de um sentimento inato do homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
·        A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.




prática espírita

·        Toda a prática espírita é gratuita, dentro do princípio do Evangelho: “Daí de graça o que de graça recebeste”.
·        A prática Espírita é realizada sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.
·        O Espiritismo não tem corpo sacerdotal e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenas, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais, búzios ou quaisquer outros objetos, rituais ou formas de culto exterior.
·        O espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhece-los a submeter os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceita-los.
·        A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é  uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adote.
·        Prática mediúnica só o é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.
·        O espiritismo respeita todas as religiões, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social. Reconhece, ainda, que “o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza”.
·        “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei”.
·        “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente à razão, em todas as épocas da humanidade”.
·        “Fora da caridade não há salvação”.
·        O estudo das obras de Allan Kardec é fundamental para o correto conhecimento da Doutrina Espírita.